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Folha Oeste





Delator do caso Fifa faz novas acusações a empresas de mídia, incluindo a Globo
17/11/2017

Edição do dia 15/11/2017 15/11/2017 21h41 - Atualizado em 15/11/2017 23h19 Delator do caso Fifa faz novas acusações a empresas de mídia, incluindo a Globo Grupo Globo reafirma: não pratica nem tolera qualquer pagamento de propina.
FACEBOOK Um advogado argentino, acusado de receber propina por um delator do caso Fifa, foi encontrado morto, na terça (14), perto de Buenos Aires.
As autoridades dizem que foi suicídio.
Nesta quarta (15), no segundo dia de depoimentos em Nova York, esse delator, o executivo Alejandro Burzaco, fez novas acusações a dirigentes de futebol e a empresas de mídia, incluindo a Globo, que reiterou que não tolera nem pratica qualquer pagamento de propina.
A sessão desta quarta (15) do julgamento do brasileiro José Maria Marin, do paraguaio Juan Angel Napout e do peruano Manuel Burga foi interrompida logo no início.
O ex-executivo da empresa Torneos y Competencias, o argentino Alejandro Burzaco, que na terça (14) acusou de corrupção dirigentes de futebol e empresas de mídia, nesta quarta (15) chorou e foi retirado da sala.
Advogados que acompanham o julgamento disseram que "múltiplos fatores" explicam a reação emocionada do ex-executivo argentino e o atraso de mais de uma hora do início do julgamento nesta quarta.
Nos bastidores, comentou-se que Burzaco estaria abalado com notícia da morte de Jorge Alejandro Delhon.
Delhon foi uma das pessoas acusadas por Burzaco no tribunal de receber propinas relacionadas à negociação de direitos de transmissões.
Horas depois desse depoimento, o advogado de 52 anos foi encontrado morto em Lanús, na Grande Buenos Aires.
Segundo a polícia, Delhon teria se jogado na frente de um trem.
No tribunal, no depoimento de terça (14), Burzaco disse que Jorge Delhon e o executivo Pablo Paladino receberam US$ 4 milhões em propinas entre 2011 e 2014.
Delhon trabalhou na chefia de gabinete do governo de Cristina Kirchner de 2012 a 2015 e era um dos dirigentes do "Fútbol para todos", programa criado pelo governo argentino que garantiu a transmissão das partidas dos clubes argentinos da primeira divisão, finais da Libertadores e Sul-Americana e da Série B do país.
Ele era amigo de Pablo Paladino, coordenador geral do "Fútbol para todos".
Alejandro Burzaco confessou que cometeu crimes de lavagem de dinheiro, fraude e conspiração.
E fez um acordo de delação premiada com a Justiça americana.
No depoimento desta quarta (15), ele voltou a citar empresas de mídia.
O promotor Samuel Nitze questionou Burzaco sobre reuniões que teve em Zurique, na Suíça, em 2013.



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